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quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Irã convida o mundo a aceitar sua "força" e acusa EUA de semear conflitos

Teerã, 14 ago (EFE).- Teerã afirmou hoje que a comunidade internacional não tem outra alternativa além de aceitar um "Irã forte e capaz" e acusou os Estados Unidos de tentarem provocar conflitos entre os países islâmicos.

"O mundo deve aceitar as capacidades da República Islâmica. Não tem alternativa", disse o vice-presidente iraniano, Pervez Daudi.

Ele garantiu que seu país "sairá vitorioso caso enfrente um desafio".

Segundo a agência de notícias iraniana "Irna", Daudi fez as declarações durante uma reunião em Teerã com os chefes das missões diplomáticas de seu país. No encontro, ele pediu que trabalhem pela "unidade entre os Estados islâmicos", para enfrentar as "ameaças dos inimigos".

As afirmações de Daudi chegam enquanto cresce a tensão entre o Irã e os EUA, devido às atividades nucleares iranianas e ao suposto apoio do Irã a milícias radicais xiitas e grupos insurgentes no Iraque.

O vice-presidente denunciou o que qualificou de "tentativas das potências arrogantes de provocar a divisão entre os países islâmicos e semear a sedição entre os xiitas e os sunitas", os principais ramos do Islã.

A postura coincide com a do ministro da Defesa, Mostafa Najjar, que disse que os EUA "mobilizaram todas as suas capacidades políticas, econômicas e militares para impedir a aproximação entre os países islâmicos da região".

Najjar se referiu principalmente aos planos dos EUA de vender armas por US$ 20 bilhões à Arábia Saudita e seus parceiros do Conselho de Cooperação do Golfo Pérsico (CCG): Kuwait, Catar, Barein, Emirados Árabes Unidos e Omã, todos próximos do Irã.

O objetivo de Washington, segundo um comunicado do Departamento de Estado, é ajudar os Estados "moderados" na região a manter a segurança e a estabilidade da área, além de "apoiar uma estratégia para resistir às influências da Al Qaeda, do Hisbolá, da Síria e do Irã".

Najjar, citado pela "Irna", reiterou que, apesar de tudo, o Irã seguirá adiante com sua "diplomacia fundamentada na cooperação, para estabilizar a segurança, eliminar a tensão na região e promover a cooperação defensiva" com seus vizinhos.

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